Leticia Scarduelli
O quadro
"Carro de Feno" de Hieronymus Bosch (c.1450-1516), faz uso da realidade da era medieval e do
início do capitalismo.
Observando o
quadro, podemos fazer a ele várias relações com o teatro Vicentino.
“O carro de Feno” faz críticas aos costumes da população, usa
muito os tipos, como o anjo e o inferno, o uso de “Todo O Mundo” e do “Ningúem,
como também o uso do todo mundo (com relação a todos) e do ninguém ( a nenhuma
pessoa).
O quadro usa também o teatro alegórico, o uso de objetos
abstratos, como o uso do carro de feno arrastando com ele grande parte da
população a sua volta, onde também é usada a rima.
Existe o uso de farsas, existem várias cenas, com várias
histórias, cada um com seu princípio, meio e fim.
O pintor flamengo Hieronymus Bosch, como também o escritor Gil
Vicente, mostram em sua obra uma crítica ao capitalismo e ao modo como as
pessoas se entregaram a ele.
Podemos então dizer que o Humanismo foi um tempo de transição onde
mudanças drásticas aconteceram, não só a uma camada da população, mas sim aos
costumes e a maneira com que todos se adaptaram e modificaram as suas vidas.
Nenhum comentário:
Postar um comentário