Bárbara Ferrari e Victor Klauck
Com o fim do Feudalismo e da Idade Média e o início da era Moderna, o Humanismo dá lugar à um novo movimento emergente e grandioso: O Renascimento.
Conhecido também como Classicismo, o Renascimento surge após a Guerra dos Cem Anos e na época das Grandes Navegações. Foi responsável por trazer características da Idade Clássica Antiga. Numa provocação à hegemonia católica na Europa, seres surgidos na mitologia e que foram mais tarde herdados pelos romanos tomaram o lugar das críticas sociais tanto na escrita como na pintura e no teatro. Artistas de toda a Europa, tendo como exemplo Botticelli, buscavam na mitologia greco-latina uma forma de se expressar, por meio do realismo e da utilização de criaturas mitológicas.
Em Portugal, a influência da literatura italiana, só começou a partir do século XVI, quando o Renascimento já estava em sua última fase, o Maneirismo.
Em 1527, o poeta Francisco de Sá Miranda, começou essa divulgação, com o doce stil nuovo, o uso da medida velha e da medida nova. A medida velha era a preferência pela métrica mais tradicional, redondilho maior e menor, e a medida nova foi a introdução da preferência pelos versos decassílabos.
O equilíbrio emoção, muito importantes no Classicismo italiano, dão lugar a uma expressão cada vez mais tensa e pessimista do mundo e do interior humano. Os temas emocionais refletem-se no uso demasiado de figuras de linguagens.
Na Itália o Maneirismo já estava praticamente em seu auge. Foi um movimento de contradição do Renascimento, que serviu de transição entre o Renascimento e o Barroco. O maneirismo foi um movimento bastante complicado e de difícil caracterização. Usando de vários contrastes entre preto e branco, antíteses e paradoxos, esse movimento reforça a ideia de transição e mudanças.
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